quarta-feira, 14 de julho de 2010

Um certo devaneio anarquista

O analfabetismo funcional é um problema extremo. Distorção só é bonito dentro do rock. Historicamente, isso pode tomar rumos indesejáveis. Hoje em dia, vivemos dentro de uma sociedade que acorda todas as manhãs sem entender seus próprio sonhos. Por quê? Ora, a não compreensão provém de uma sucessão de imposições que não deveríamos aceitar. Imposições conceituais, idéias mal formuladas, devaneios interrompidos. Viva a liberdade de expressão! Sim, como não?! Agora nos falta a luta pela liberdade de pensamento. Nossos pensamentos; não uma cópia grotesca.

Todos, no fundo, sonham com uma sociedade anarquista. Entretanto, a extrema distorção de seu conceito impede que estes aceitem tal posição. Malévolos aqueles que riem das construções inacabadas. Honrosos os que seguem na luta. Com um esboço de sorriso simpático, a ala intelectual faz pouco caso dos coitados; minoria virtuosa. Lutemos com as armas que temos - essa parte, leia-se: não sejamos contra a tecnologia, usemos ela a nosso favor. Não interpretem literalmente: lutar com armas é uma maneira de imposição. Imposição não é liberdade. Busquemos a liberdade. Fim.

3 comentários:

  1. Liberdade... haha. Liberdade demais faz mal.

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  2. Nesse ritmo, daqui há uns vinte anos, escreverás o Manifesto Anarquista! Não julgo teu ponto de vista, sou a favor da irrestrita liberdade de opinião e pensamento, mas discordo de uma revolução nos moldes propostos. Pra mim, a verdadeira revolução está na educação e no conhecimento, parece puro Positivismo e tem seu toque gauché também, mas é a minha realidade. As reais mudanças sociais começam e terminam nas salas de aula, infelizmente essa não é a realidade brasileira.

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  3. Schultz, releia o texto e DEVANEIE. Talvez quando eu lançar o Manifesto Anarquista consiga expressar a idéia de uma forma mais clara.

    Note que justamente o que proponho é uma revolução educacional, onde o sujeito exercite o cérebro antes de falar (ou digitar, em alguns casos). Não pude perder os parênteses. haha

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